A pré-campanha ao Senado por Sergipe envolvendo o ex-deputado federal e atual secretário de Governo do Rio de Janeiro, André Moura (União Brasil), ganhou novos contornos após acusações e trocas de farpas no cenário político fluminense.
A situação se intensificou depois que o assessor da Casa Civil do governo do Rio, Victor Travancas, encaminhou ao governador Cláudio Castro (PL) um ofício pedindo sua própria exoneração. No documento, Travancas expressa insatisfação com a permanência de Moura no comando da Secretaria de Governo.
Apesar das críticas diretas feitas pelo assessor, André Moura preferiu não responder especificamente às acusações de Travancas, limitando-se a tratar o episódio como parte de um conjunto maior de ataques político-eleitorais.
Em nota enviada ao Hora News pela sua assessoria de imprensa, Moura classificou a repercussão negativa em torno de seu nome como uma ofensiva previsível de adversários incomodados com sua posição nas pesquisas.
Para o pré-candidato, as denúncias que ressurgiram recentemente não passam de tentativas de desgastar sua imagem num momento em que sua campanha ganha tração.
“Ataques contra mim, por aqueles que não têm o que mostrar, já eram esperados”, afirmou, sugerindo que a falta de resultados concretos por parte de seus concorrentes tem motivado investidas de caráter político.
Moura ressalta que, mesmo diante do aumento das críticas – tanto no Rio quanto em Sergipe -, sua atuação permanece focada em propostas.
“Esse tipo de atitude reprovável não me tira o foco e muito menos a determinação de continuar construindo uma pré-candidatura à altura do que o povo de Sergipe merece e precisa, lastreada por uma política que entrega resultados concretos de melhoria na vida das pessoas”, declarou.
Segundo ele, já há clareza sobre a origem dos ataques que vêm sendo divulgados, mas o secretário afirma não ter intenção de prolongar debates que considera infundados. Moura disse que não pretende se deter em “meras ilações difamatórias” e lembrou que havia antecipado que esse tipo de comportamento poderia surgir, “mas não esperava que fosse tão cedo”.
Ele reforçou ainda que tomará medidas judiciais caso sejam detectados crimes de injúria, calúnia ou difamação.
Por Redação
Foto: Agência Câmara


